Nosso voo saía de Munique, então saímos bem cedo do hotel (as 4h da madrugada). Depois de longas horas de viagem e uma única parada para o banheiro, chegamos no aeroporto as 10h, tivemos tempo suficiente para fazer o checkin, pois nosso voo estava previsto para as 13h40.
Os padres que nos acompanharam na viagem
Aproveitamos para fazer algumas compras no duty free e embarcamos.
A conexão em Lisboa foi bem tumultuada, tendo em vista que nosso voo chegou mais tarde e o outro avião só estava nos esperando para decolar...
A viagem de volta foi bem cansativa, chegamos em Recife perto das 21h e ainda viajamos para João Pessoa.
Quero dormir até meus olhos cansarem de estar fechado!
As 9h saímos para o tour (também panorâmico e guiado). Nossa guia (Cristina) falava o português muito bem!
Viena é a capital da Áustria e possui mais de 1,8 milhão de habitantes, sendo a cidade mais populosa na Áustria contando, ainda, com 2,6 milhões de habitantes em sua região metropolitana (o que equivale a cerca de um quarto da população total do país). Aqui eles falam alemão.
A primeira parada foi no Castelo de Belvedere (`Schloss Belvedere), localizado no centro da cidade. O Palácio tem sua importância histórica devido ao fato de ter servido como local para a assinatura do Tratado de Estado Austríaco de 1955, é de especial importância simbólica para a Áustria. Seu nome em italiano significa Bela Vista.
No grande espaço em frente do Castelo, possui uma fonte, e ao redor da fonte encontramos vários bustos feitos de bronze, cada um com a cabeça de um animal diferente, são os signos do horóscopo chinês.
No fundo do castelo possui um belo jardim, e ao redor do jardim encontramos algumas esfinges, que segundo a lenda, quando apalpamos seus seios, temos sorte.
A segunda parada foi na Igreja São Carlos (Karlskirche). Ela é linda por fora! (descemos apenas para fotografar, não entramos).
Encontramos um rapaz muito simpático vestido de Mozart na praça, o mesmo estava vendendo os ingressos para o concerto que haveria a noite (achei diferente e pedi para fotografar com ele, depois de algum tempo de caminhada descobrimos que tem dezenas deles pela cidade, o que mais tem é gente vestida de Mozart vendendo conserto... kkkkkkkk)
Conhecemos o Palácio de Schönbrunn, conhecido também como o Palácio de Versalhes de Viena, é um dos principais monumentos históricos e culturais da Áustria. O palácio e o seu parque de cerca de 160 ha está classificado desde 1996 como parte do Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Ele era a residência de verão de Maria Teresa (a primeira e única mulher a governar sobre os domínios habsbúrgicos). Mas o Palácio é famoso mesmo por causa da Imperatriz Sissi.
Atualmente é um museu que mostra como era a vira cotidiana deles, a sala, escritório, os quartos, a cozinha, salão de festas e até o banheiro. Não pode fotografar lá dentro, não pode sem se quer entrar com mochila. A visita foi feita com um autoguia em espanhol, e o fato de não poder levar câmeras ou celular contribuiu bastante para o melhor usufruto do lugar, que é deslumbrante!
Almoçamos num restaurante no centro da cidade, onde pudemos bater perna pelo resto da tarde.
Entramos na Catedral de São Estevão (Stephansdom), uma silhueta bastante conhecida do horizonte, devido a pontiaguda torre, conforme você se aproxima, o telhado envidraçado da catedral revela suas muitas cores. Dentro dela possui uma fabulosa variedade de obras de arte religiosas.
Em seguida entramos na também na São Pedro (Peterskirche), bem próximo da catedral. Linda!
Passeamos um pouco mais pelo centro da cidade, tomamos sorvete e voltamos para o hotel.
As 19h fomos à prefeitura da cidade onde pudemos participar do “Austria Dinner Show”, em que jantamos assistindo a apresentação de uma pequena apresentação de ópera e danças típicas da região. Fantástico! Vale a pena (€ 61).
Assistam um pouco da apresentação com a valsa "Danubio Azul"...
Do lado de fora da prefeitura estava acontecendo um festival de música e cinema, aberto ao público. Muito bem organizado...
Voltamos as 22h para o hotel, encerramos a viagem muito satisfeitas com tudo que vivenciamos. Amanhã retornaremos ao Brasil.
Budapeste originou-se da unificação, em 1873 de duas cidades distintas: Buda e Peste! Separadas pelo rio Danúbio (o mesmo de Bratislava), o lado “Buda” fica a oeste abrigando o castelo, residências, a história e a cultura. Do outro lado, a “Peste” fica o centro comercial da cidade, o parlamento, cafés, confeitarias e prédios grandes. A cidade é também chamada de “Paris do leste”!
Fomos ao Várhegy, onde se concentra a maior parte das atrações de Buda: palácios, igrejas, praças, monumentos e museus...
Entramos na Basílica de São Estevão, em homenagem ao primeiro rei católico que fundou o estado húngaro.
Dentro dela possui uma imagem de Nossa Senhora, onde reza a lenda que, quando os turcos estavam no domínio, e destruíam todas as imagens, essa eles apenas cobriram com uma parede. E durante a guerra essa parede caiu, fazendo-os acreditar que aquele lugar pertencia aos cristãos...
Na frente, existe um monumento da Santíssima Trindade, em agradecimento ao fim das epidemias... Aproveitamos o calor para tomar suco de frutas...
Almoçamos em um restaurante típico muito bom!
Dessa vez a parada foi no mercado, onde pudemos passear um pouco pela cidade e comprar algumas quinquinharias (eu comprei temperos diversos, para minhas amigas boas de cozinha, inventarem algo... rsrsrsrs)
Aproveitamos para dar um passeio pelas ruas e apreciar a arquitetura da cidade...
Terminando o passeio, voltamos ao ônibus, dessa vez, rumo a Viena... Ainda pegamos um trânsito de mais de uma hora na fronteira... Chegamos ao Hotel Savoyen Vienna (chick), jantamos e subimos para descansar...
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Grandes informações retiradas do livro: Guia Criativo para o viajante independente – Europa Oriental (Zizo Asnis & Os Viajantes)
Saímos do hotel as 8h40 a caminho da universidade AWF (alojamento onde alguns membros de nosso grupo estavam hospedados). Umas 10h estávamos saindo da Cracóvia rumo à Budapeste.
Nossa pausa para o almoço desta vez foi em Bratislava, que fica situada entre Praga, Viena e Budapeste. Pequena e menos conhecida turisticamente, parece com uma cidade provinciana, se comparada às demais capitais europeias.
Almoçamos no restaurante do Austria Trend Hotel, a comida não era lá essas coisas e a sobremesa era simplesmente horrível!
Entrada: Mix de salada
Prato Principal: Arroz com carne
Sobremesa: Algo muito ruim
Com uma guia local fizemos um pequeno tour panorâmico com o próprio ônibus. O rio Danúbio (Dunaj) corta a cidade de leste a oeste. Na parte sul fica os prédios alinhados, ao norte fica o famoso castelo de Bratislava (onde descemos para algumas fotos) e mais ao oeste fica o centro histórico.
Localizado no alto de um morro próximo a margem do rio, o Castelo Bratislava (Bratislavský Hrad) possui quatro torres que são consideradas símbolo da cidade e de onde temos uma vista privilegiada.
O melhor dele é a vista, onde podemos ver o rio Danúbio (que me lembrou a valsa Danúbio azul que aprendi a tocar quando estudava teclado), a ponte feita de aço que cruza o rio e os limites dos países: Hungria, Eslováquia e Áustria.
Para descontrair: Esta cidade possui várias fábricas de carros, e uma delas é a Kia, onde os funcionários são proibidos de comprar certa marca de telefone celular (Nokia = No + Kia)... Apenas uma piada!
Após uma hora de passeio, continuamos nossa viagem. Chegamos em Budapeste as 11h para o jantar... Jantamos no mesmo hotel em que ficamos hospedados (Hotel Arena).
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Grandes informações retiradas do livro: Guia Criativo para o viajante independente – Europa Oriental (Zizo Asnis & Os Viajantes)