terça-feira, 23 de agosto de 2011

Guaiamum Gigante X Goiamum do Juvenal



Estive em Campina Grande no final de semana do dia dos Pais, para minha surpresa, havia inaugurado recentemente o “Guaiamum Gigante” lá.

Devido a minha compulsão por Guaiamum, não resisti. No entanto, ainda não saciada, ao voltar à João Pessoa fui correndo para o “Goiamum Juvenal” (mais conhecido como Goiamum do Juvenal), então fiz as comparações a seguir:


Ambiente:

Guaiamum Gigante: Local fechado e climatizado, situado em uma Avenida de grande movimentação na cidade.

Goiamum do Juvenal: Local aberto em rua de barro dentro de uma favela.

Atendimento:


Guaiamum Gigante: Garçons sorridentes e educados, porém trás a cerveja e esquece-se o copo, trazem o Guaiamum e esquece do prato...

Goiamum do Juvenal: O dono é quem atende e serve. Com a cara meio fechada, difícil sair um sorriso, mas trás tudo de uma vez e nunca deixa o copo de cerveja secar.

Preços:

Guaiamum Gigante: O preço dos Guaiamuns variam de acordo com o tamanho, entre R$ 5,70 o pequeno e R$ 20,00 o monstro.

Goiamum do Juvenal: O preço também depende do tamanho, entre R$ 2,00 o pequenino e até R$ 8,00 o Grande.

Quantidade:

Guaiamum Gigante: Você pode pedir quantos quiser, a partir de uma unidade.

Goiamum do Juvenal: O pedido deve ser feito a partir de 6 (seis) unidades.

Peso e sabor do Guaiamum – (Para nós, comedores de guaiamuns, o importante é que eles estejam “sevados”, ou seja, bem gordos).

Guaiamum Gigante: O guaiamum é cozido com cebola e coentro. A cabeça vem magra e com muita água.



Goiamum do Juvenal: O guaiamum é cozido na água e sal. A cabeça vem completamente cheia.



Sei, sei... Confesso que a aparência desse bicho não é lá muito apetitosa, mas posso dizer que o sabor é excepcional!

Segue então o resultado:

Guaiamum Gigante:



Goiamum do Juvenal:



Tem alguma dúvida de qual eu gostei mais?

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O que quer uma mulher?

Na adolescência, têm aquela busca fervente pela liberdade e independência, quer curtir paixões sem limites e viver sem amarras. Os pais se tornam um problema sem fim.

Sai do colo da mãe e se casa. Encontra um marido que trabalha, cozinha, arruma a casa, tem bom gosto musical, é caseiro, gosta de conviver com a família, não bebe e consequentemente “não trepa”.

O casamento acaba e vem aquela fase: “Estou solteira e livre!”, mas passa tão rápido que logo entra em um outro relacionamento, dessa vez com uma pessoa mais velha. Educado, divertido, inteligente, reservado, bom de cama e encantador! Mas com um grande defeito: comprometido (claro né? Uma pessoa assim num está por aí nas prateleiras...)

Fazer o quê? Parte pra outro... Então conhece um rapaz mais novo e com “todo o gás”, mas por outro lado, bastante imaturo, não trabalha, só come porcarias, mora com os pais, curte metal e quando sai com os amigos é para beber até cair. Com o tempo até o sexo perde a graça, e a falta dele torna-se um grande problema.

Lá se vai outro fim de relacionamento... Relacionamento sem sexo, não serve. Só para conversar e fazer companhia temos nossos irmãos e amigas.

De repente, encontra nas baladas da vida um Satiromaníaco (masculino de ninfomaníaca). Perfeito! Todo o problema dos relacionamentos anteriores se resolvem agora. Errado. Trepa muuuuito bem, e gosta! Mas não tem maturidade profissional, fala besteiras, é indeciso em tudo, tem péssimo gosto musical e é muito passivo.

De agora em diante, ela começa a estipular metas: Quer estar com alguém que seja maduro (que tenha mais de 30 anos, pelo menos), que trabalhe, seja independente e preferencialmente, não more com a mãe.

Nem demora muito para encontrar. Esse mora só, tem uma profissão, um excelente gosto musical, aprecia uma boa culinária e conversa sobre tudo. Encantada com tanta preciosidade reunida, a beleza nem chega a ser um diferencial, a cara de “nerd” e falta de tipo físico não é problema. Porém, o comportamento egoísta de se satisfazer e “esquecer” do prazer alheio, deixa–a sempre com vontade de quero mais (até porque o pouco que era oferecido era excepcionalmente gostoso - mas como restaurante fino, servido em pequenas porções)!. No entanto, por quase nunca conseguir supri-la, o medo de ser substituído fez com que sua insegurança e ciúme tornassem seu maior defeito.

E lá se foi mais um...

De repente aparece um montante de opções, entretanto, todas rejeitadas: Pegajoso, antiquado, machista, precoce, brocha, abestalhado, com dentes amarelados (um belo sorriso faz muita diferença), imaturo, prepotente... E cada vez mais os defeitos tornam-se tão grandes, que quase nem se ver as qualidades.

É, eu concordo, com o tempo a mulher se torna mais seletiva...